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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Nova modalidade de vendas: Moda sobre rodas!



Sair de casa para comprar roupas pode muitas vezes ser um problema, seja pela falta de tempo ou mesmo pela falta de vontade em deixar o conforto nos momentos de folga. Mas e se a loja de roupas vai até você? A ideia de moda itinerante está cada vez mais popular, por isso, empresários têm investido no modelo de negócio visando atingir um público que tem um estilo de vida mais corrido.
O funcionamento é simples: o automóvel é transformado em uma loja, com provador e prateleiras, e encaminhado para frente de empresas ou eventos onde exista grande circulação de pessoas.

Comodidade

"É difícil sair de casa para comprar roupa, mas quando a gente leva alguma coisa até a pessoa, essa comodidade faz com que ela acabe consumindo", acredita Katia Moreira, da "Boutique Donna K", em São Paulo. A empresária decidiu adotar o modelo itinerante há dois anos e meio, depois de fazer sucesso vendendo roupas e acessórios na empresa em que trabalhava.



Além de ser cômodo para o cliente, também é vantajoso para quem vende, já que se pode escolher o local onde as peças serão comercializadas, buscando sempre um ponto que renda melhor financeiramente. "Com esse tipo de negócio você nunca está na espera, está sempre na posição de ataque", afirma Fabiane Ploposki, ex-sacoleira e dona da franquia Boutique de Rua desde 2008, em Curitiba (PR).

Outra vantagem desse tipo de loja é a chance que a cliente tem de experimentar a peça na hora, diferentemente do que acontece em uma compra online, por exemplo. O consumidor tem a possibilidade de interagir com o produto.

Compra por impulso

Fabiane decidiu montar a sua "boutique de rua", pois sentia que a compra por impulso faria muita diferença no lucro das vendas. "A venda de impulso eu já perdia porque a pessoa levava a roupa para provar em casa e tinha tempo para pensar se realmente queria comprar. Eu sabia que podia ganhar muito mais se tivesse um provador".
Além do consumidor não ter muito tempo para pensar na compra com a loja indo até ele, também é surpreendido com o tipo de comércio fora do comum e, assim, se sente mais à vontade para consumir. Para despertar o desejo de consumo e agradar a estilos distintos, é importante ter peças diversificadas. "Eu procuro estar bastante informada sobre o que está na moda, mas as próprias clientes me dão a dica do que elas querem", conta Katia. "É essencial estar sempre atualizada com o que está acontecendo para escolher as peças. Às vezes a cliente está vestida de um jeito mais formal por causa do trabalho, mas quer comprar uma roupa para o final de semana, para a balada", completa Fabiane.


"Fashion Truck"

Para as irmãs Camila e Jéssica Machado, a ideia de moda itinerante surgiu em uma viagem que fizeram para a Europa. "A gente viu o movimento dos “food trucks” e projetos bacanas com trailers em uma viagem para a Europa e aí nos perguntamos: por que não ter um fashion truck?", conta Camila, que tem dez anos de experiência na área da moda. Foi assim que surgiu o "Achado Trailer", que hoje é administrado por apenas uma delas, com a ajuda de alguns colaboradores. 




quarta-feira, 27 de maio de 2015

Como superar a crise em 2015


Não adianta de nada entrar em desespero em razão dos sinais de desaquecimento da economia e queda nas vendas. Isso não vai resolver o problema. Esse é o primeiro passo não só para garantir a sobrevivência do seu negócio, como também para largar com toda força depois da crise. A única saída para o empreendedor é buscar proteção para os tempos conturbados que iremos enfrentar e buscar opções de como superar a crise.

Reduza imediatamente seu grau de endividamento

Não importa que sacrifícios isso possa envolver, mas uma coisa é certa: se você quer se preparar para a crise de 2015, a primeira providência é reduzir a todo custo seu grau de endividamento. As taxas de juros estão altas e o Banco Central não dá o menor sinal de que possa vir a reduzi-las à curto prazo. Isso poderá asfixiar seu negócio em um cenário inflacionário e de retração de vendas. Portanto, dê muita atenção para esta dica.

Prepare-se para uma redução de vendas e pedidos

Enfrente o problema, seja realista e assuma que as vendas sofreram uma sensível redução, principalmente nos segmentos que comercializam produtos e serviços não essenciais. Para o nosso negócio – venda de vestuário – estamos no meio termo. Não vedemos produtos tão essenciais, como alimentos ou saúde, porém também não estamos no fim da fila, como entretenimento e diversão. Essa é uma retração clássica dos consumidores, sejam pessoas físicas ou jurídicas e não pode ser ignorada em seu planejamento estratégico. Por isso, adeque suas projeções de vendas durante 2015 de forma a enquadrá-la à realidade do momento econômico.

Revise seu mix de produtos e serviços

Os tempos de vacas gordas tendem a deixar o mix de produtos e serviços sem um critério muito rígido de eficiência, o que prejudica o andamento dos negócios, mas não chega a matar a empresa, e por isso produtos que não vendem bem ou tem um prazo de permanência no estoque prolongado, vão conseguindo uma sobrevida.
Uma das dicas mais valiosas é fazer uma revisão imediata dos seus produtos e eliminar aqueles que não estão trazendo giro de estoque e não possuem uma margem de lucro tão atraente assim.

Otimize processos produtivos

Outra solução para o dilema é através da otimização dos processos produtivos e rotinas administrativas da empresa. Em tempos de mercado aquecido e boas vendas, é comum, principalmente entre os pequenos e médios empresários, um certo desleixo em relação à otimização de processos. Em tempos de crise, essa falta pode lhe custar a competitividade e em casos extremos até mesmo o negócio.

Avalie a possibilidade de downsizing

Reduzir o ritmo de atividade da sua empresa não é nenhuma vergonha ou sinal de má gestão. É sinal de prudência. Existe um ditado sobre empreendedorismo que diz o seguinte: “O primeiro negócio de qualquer negócio é permanecer no negócio”. Em épocas de crise, às vezes é preferível reduzir a atividade e o crescimento das empresas para poder enfrentar o ambiente desfavorável, do que bancar o empreendedor destemido e quebrar a cara dando murro em ponta de faca.

Invista em marketing

Não caia na armadilha de reduzir seu investimento em marketing só porque as vendas estão baixas. É justamente nessa situação que você deve investir mais ainda para atrair clientes para o seu negócio! Se você ainda não tem uma estratégia de marketing digital, pense seriamente em investir neste segmento, pois além de ser mais barato (mas não gratuito) que o marketing convencional, pode ter seus resultados mensurados nos mínimos detalhes.

Participe de eventos setoriais

Em épocas de crise se torna importante participar de um número maior de eventos para poder ter uma avaliação externa da crise e do cenário traçado para o futuro. É um ótimo momento também para o compartilhamento de experiências e soluções adotadas por outros empresários que estão no mesmo barco e podem ajudar a buscar alternativas para driblar este problema. É uma situação onde a união faz a força.

Seja criativo

Uma das boas lições que se pode extrair de uma crise econômica como a que estamos vivenciando, é o incentivo à criatividade. Se você ficar sentado esperando a crise passar e não tiver uma reação, as coisas podem fugir ao seu controle, por isso esteja antenado. Coloque sua criatividade e de seus colaboradores para trabalhar. Esteja aberto a sugestões e não crie qualquer tipo de barreira à mudanças. Em momentos de crise é que avaliamos de forma mais contundente qual o valor que poderíamos estar entregando ao mercado que ainda não foi agregado ao nosso produto e serviço.

Não ser pego de surpresa sempre foi um grande trunfo no mundo dos negócios. Por isso, pode ser decisivo para a sobrevivência do seu negócio nos tempos difíceis que vem por ai.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Como vender pelo Facebook?


Além de ser uma forma de humanizar sua marca, de se aproximar e se relacionar com seus clientes, o uso das redes sociais já é comprovadamente uma excelente estratégia para ampliar as conversões em vendas da sua loja. Na rede social, seu cliente pode acompanhar tendências e novidades lançadas na sua loja, falar sobre dúvidas e dar sugestões em tempo real. Além disso, você consegue trabalhar com anúncios pagos e até mesmo construir uma loja virtual diretamente no Facebook.

Existem duas formas, basicamente, para vender através da rede social: a primeira é através do conteúdo, postando fotos, descrição do produto e artigos que acompanhem um link direcionando a chamada para ação (tráfego ao seu site de vendas e até mesmo a conversão propriamente dita). A outra maneira é usar um dos aplicativos existentes no mercado que promete transformar a FanPage em uma loja online, através da configuração de uma das abas para que as vendas sejam concretizadas na própria plataforma.

Uma estratégia não exclui a outra. Pelo contrário, elas devem ser complementares. Mas seja qual for a sua escolha, acompanhe nossas dicas e descubra como você pode vender mais pelo Facebook.

Aprenda mais sobre seu público-alvo

Conhecer o perfil do seu consumidor é muito importante. Não estamos falando apenas de dados básicos como faixa etária, sexo ou classe social. Você precisa conhecer a fundo quem é o seu consumidor para ajudar a definir, também, qual audiência você deseja atingir. Isso significa analisar quais são as expectativas deles ao buscar e optar pelo seu produto, o que eles gostam de consumir. E isso não se trata apenas de produtos, mas também quais blogs eles acessam, quais livros gostam de ler, preferências e outras questões relacionadas ao comportamento de uma forma geral.

Fazer essa pesquisa e ter acesso a estas informações ficou muito mais fácil com a internet e com as redes sociais. Depois que um usuário curte sua página, você obtém dados demográficos e até mesmo alguns dados comportamentais sobre este cliente através do Facebook Insights, ferramenta de análise de dados da rede social.

Com a sua estratégia de conteúdo, bem como com a análise de seus resultados e das conversões em vendas realizadas através da plataforma, faça perguntas que instiguem seu público a trocar informações sobre eles. Posts que tiveram muitos "likes", comentários positivos e compartilhamentos indicam um bom caminho a seguir.

Invista em comunicação humanizada

A aproximação com o cliente é crucial para gerar confiança e, consequentemente, converter em vendas. Promova conversas para que seus fãs possam discutir sobre os produtos que você comercializa de forma aberta. Ofereça descontos para aqueles que publicarem seus comentários sobre aquilo que compraram. Todo mundo sabe que ouvir opiniões de amigos sobre um produto ou serviço ajuda muito na decisão de compra.


Implemente seu F-commerce

Mesmo que sua loja virtual tenha um ótimo fluxo de acessos, ter os produtos à venda no Facebook garante que promoções e informações chegarão ao conhecimento do consumidor quase que imediatamente. Afinal, quase todo mundo está conectado full time ao aplicativo. Além de ser uma opção bastante viável em termos financeiros, administrar uma loja na rede social é simples e pode te ajudar a ter uma visão complementar e abrangente sobre os números de vendas.


Promova seus produtos

Além de oferecer diversos relatórios estatísticos para que você saiba quem está comprando, quem está comentando, qual o nível de engajamento dos seus clientes e etc, o Facebook ainda oferece a possibilidade de fazer propaganda paga. Trata-se do Facebook Ads, uma ferramenta com a qual você pode criar campanhas altamente segmentadas para usuários da rede. Além disso, você ainda pode escolher o quanto deseja investir com a publicidade, conforme o budget disponível e objetivos da campanha, já que a ferramenta possui diversos formatos de anúncios.




Invista tempo no acompanhamento de métricas

Para gerir uma rede social de forma profissional e ainda vender por meio dela, você vai precisar investir boa parte do seu tempo todos os dias. Se essa for uma tarefa impossível, a dica é contratar uma agência especializada em marketing digital que fique responsável por isso. Postar novidades, informações relevantes ao consumidor, manter o estoque atualizado - tanto fisicamente quanto nas plataformas -, as descrições criativas e o preço competitivo e atualizado sempre que algo for mudado é o básico a ser feito. Isso demanda tempo e envolvimento.

Além disso, apenas acompanhando as métricas será possível otimizar suas campanhas sem dispender mais verba do que o previsto. Por isso, contar com profissionais especializados pode parecer um gasto à princípio, mas é sem sombra de dúvidas a melhor forma de poupar dinheiro.

Siga nossas dicas e depois passe por aqui para compartilhar sua experiência de vendas com o Facebook. Caso tenha ficado dúvidas ou precise de uma orientação para o seu negócio, conte conosco! Sucesso em suas vendas!


Referência: http://blog.ingagedigital.com.br/5-dicas-para-vender-mais-com-o-facebook

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Economia desacelerada: O que fazer em momentos de crise?

Em momentos delicados na economia como o que estamos vivendo agora, a grande dúvida é: o que fazer para contornar esta situação? Como tirar proveito desta situação? É claro que cada caso é um caso, cada empresa tem seu segmento, dimensão, gestão e atuação diferentes. Porém algumas dicas são fundamentais para reduzir os efeitos nocivos da crise e até, em alguns casos, transformar crise em oportunidade! Veja abaixo:

1 - Faça um balanço geral

Dedique um tempo para verificar junto a sua equipe como foi o desempenho no ano passado, quais objetivos foram atingidos, quais não foram e as possíveis causas. Transforme informações em gráficos, relatórios e outras ferramentas que possam ajudar a equipe e os gestores a visualizar a empresa no cenário no qual ela está inserida. Seja extremamente racional e objetivo.

2 - Desenvolva uma atitude mental positiva

O ser humano é o único ser vivo do planeta que pode escolher diversos significados diferentes para o mesmo acontecimento. Ter um enfoque positivo leva a atitudes pró-ativas. Busque soluções, não problemas. Busque oportunidades. Seja otimista. A história demonstra que as pessoas de sucesso, independente de obstáculos, desafios e crises, conseguiram manter uma atitude mental positiva.

3 - Encare os fatos

A crise mundial existe. E finalmente atingiu o Brasil, mesmo que tardiamente e numa escala proporcionalmente mais amena do que alguns países da Europa. Porém não é muito inteligente fingir que nada irá mudar, que não vai haver desaceleração da economia. Agora é hora da economia real. As empresas precisam melhorar cada vez mais sua gestão em todos os níveis. É hora de identificar claramente e encarar quaisquer desafios e obstáculos com as melhores soluções. Seja criativo e foque sempre no relacionamento com o cliente.

4 - Velocidade é fundamental

A palavra de ordem hoje é competitividade. Uma grande parte das empresas e suas vendas cresceram impulsionadas pela forte demanda da economia e agora a realidade é diferente. Neste cenário é preciso ter velocidade para tomar as decisões corretas e ainda mais rapidez para fazer os ajustes que se façam necessários ao longo do percurso. É melhor errar ajustando e se adequar rapidamente do que ficar esperando algum milagre acontecer.

5 - Inovação e Criatividade

Reúna e ouça sua equipe de vendas em reuniões (com pauta e foco definido) para encontrar soluções. Existem centenas de histórias reais e inspiradoras de sucesso de pessoas e empresas que encontraram a oportunidade na crise. Enquanto alguns choram, outros ganham dinheiro vendendo lenços. Quem você quer ser?


6 - Monitore minuciosamente o mercado, concorrência e economia

Estamos na era da informação. Quem tem a informação mais precisa e rapidamente, ganha espaço e sai na frente. Além disto, esteja atento para se adequar as novas realidades do mercado e acompanhe os passos da concorrência e principalmente, quais os resultados que estão obtendo, modelando seus pontos fortes.

7 - Fidelize seus clientes
 Pesquisas recentes de renomadas instituições mais do que comprovam que conquistar um novo cliente é muito mais caro e demorado do que manter aqueles que você já tem, portanto, faça de tudo para fidelizar seus clientes, é muito mais fácil você vender mais vezes para estes clientes, os quais você já tem um vínculo de confiança. Lembre-se de que a concorrência agora vai ser ainda mais acirrada e o cliente não vai pensar duas vezes em mudar de fornecedor se encontrar melhores benefícios.

8 - Invista na capacitação das pessoas e no clima organizacional favorável

Nunca tivemos tantas informações, pesquisas e métricas de resultados que comprovam com tanta exatidão a maior eficiência das empresas que investem no fator humano e no clima organizacional. Um ambiente mais agradável e harmônico é sinônimo de maior produtividade. Investir em pessoas não é mais diferencial, mas sim, necessidade de sobrevivência! A propósito, qual é a frequência que você treina sua equipe de vendas?


9 - Entenda as verdadeiras necessidades do seu cliente

Esse é um dos erros mais comuns dos vendedores. Costumam falar mais do que ouvir, mas é ouvindo que conseguimos entender o que realmente o cliente/empresa precisa para satisfazer suas necessidades. Em tempos de crise, a tolerância dos clientes diminui, a exigência aumenta, portanto, entender o que realmente o cliente precisa é uma necessidade fundamental para ganhar tempo e ser mais assertivo!

10 - Acredite em seu produto, em sua empresa e principalmente em VOCÊ

A história demonstra que as pessoas que venceram na vida (e também em vendas) desenvolveram uma convicção inabalável naquilo que vendem, que sua empresa é a melhor ou principalmente em que você é uma pessoa dotada de capacidades e possibilidades infinitas. Toda criação começa na mente! Pense nisto!

E ótimos negócios!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Como ser uma revendedora de roupas!



Já pensou em se tornar uma revendedora de roupas? Esta é uma área que sempre possui demanda, além do mais, para quem gosta de moda e de vendas, é a oportunidade perfeita! Acompanhe nossas dicas de como se tornar uma revendedora de roupas de sucesso.

Frequentemente estamos em busca de novas oportunidades de negócios para aumentar a renda. Trabalhar em casa ou ter uma renda extra é o sonho de muitas mulheres, e, na verdade, é um sonho possível de ser realizado. Um dos produtos mais vendidos no mundo são roupas, que movimentam bilhões de reais por ano. São produtos que sempre possuem demandas, indiferente de questões sazonais e, além disso, você precisa renovar o guarda-roupa de tempos em tempos, ou seja, a compra é contínua e não ocasional. Ficou interessada em se tornar uma revendedora de roupas?

O que é revender roupas?

Revender roupas não é abrir uma loja e oferecer os produtos. Isso é vender roupas! Existe uma diferença significativa entre uma e outra, principalmente no tocante ao custo, forma de obter lucro e quantidade de percentual de ganho que se pode alocar em cima de cada peça. Tornar-se uma revendedora de roupas significa comprar de uma fábrica ou distribuidora mais barato e vender para clientes com um percentual de ganho em cima.

Quando se trata de venda direta para clientes, o percentual que pode ser colocado é bem maior, algo em torno de 100% a 150%. Contudo, o problema de vender para pessoas em particular é a dificuldade de receber pagamentos parcelados e cheques e a baixa quantidade de peças adquiridas.

Tente economizar recursos para comprar tudo de uma só vez, porque assim conseguirá adquirir as roupas na modalidade atacado, conseguindo um bom desconto. Para comprar em atacado você terá um limite mínimo de peças de roupas que deverão ser adquiridas. Isso pode variar de empresa para empresa.


1. Faça uma pesquisa para saber quais roupas revender

Quer ser uma revendedora de roupas de sucesso? Descubra quais roupas revender. Se você encontrar o que os consumidores desejam, com certeza irá zerar seu estoque sempre que comprar. Fazer uma pesquisa de mercado significa conhecer o que seu público quer adquirir, e acredite, não adianta tentar vender algo que as pessoas não querem, pois por mais barato que seja, você não conseguirá!

Analise o que o seu público quer e leve em consideração os valores que você pode ganhar em cima, lembrando sempre que procurar por peças de roupas que estão na moda e seguem as tendências é fundamental. É aconselhável especializar-se em algum setor de roupas, por exemplo, moda feminina, moda masculina, roupas sociais, vestidos de festas, roupas casuais, assim será mais fácil de ficar conhecida e ganhar espaço no mercado como revendedora de roupas.

2. Formas de se tornar uma revendedora de roupas

Quando se trata de ser uma revendedora de roupas autônoma você terá “mais trabalho”, principalmente no tocante a escolha das roupas, já que você não terá quem lhe forneça toda a coleção. Contudo, as vantagens são inúmeras, dentre elas o fato de poder colocar um percentual de lucro maior nas peças de roupa, escolher peças distintas de marcas diversas, variedades de modelos e estilos e etc.

3. Como escolher fornecedores para revender roupas?

Os fornecedores são o ponto chave de uma vendedora de roupas, por isso é imprescindível saber o que analisar no momento da escolha dos fornecedores, até mesmo porque comprará em grande escala em atacado, consequentemente, caso faça uma má escolha poderá sofrer um prejuízo altíssimo.

Faça um planejamento antes de iniciar o próprio negócio. Sugerimos fazer uma relação de 10 fornecedores que considera atraente e depois escalonar por pontuação, observando os seguintes critérios:

  • Preço;
  • Roupas que seguem a tendência;
  • Qualidade das roupas e tecidos;
  • Marcas;
  • Condições de pagamento;
  • Qualidade no atendimento;
  • Quantidade mínima de peças de roupas para comprar em atacado;
  • Possibilidade de envio;
  • Exclusividade;

Essas são as características que costumam ser mais importantes em um fornecedor. Atribuir pontuação para cada fornecedor de acordo com esses fatores é uma boa forma de facilitar a visualização de qual é melhor.

4. Melhore seu gosto para roupas

Por melhor que seja o seu bom gosto para escolher peças de roupas, você não pode pensar em você, mas sim no que seus clientes irão gostar, e os clientes gostam do que está em evidência, na moda, seguindo as tendências.

Fazer um curso intensivo de moda pode trazer um grande aumento nos seus lucros, até mesmo porque você pode falar para as pessoas que é uma expert em moda, com cursos sobre o assunto e que com certeza trará roupas que seguem as tendências de cada estação.

5. Como vender roupas?

Apenas comprar bem não é sinônimo de sucesso, é preciso saber vender bem. Existem pessoas que “nascem” sabendo vender! É impressionante: simplesmente tudo que o que oferecem, as pessoas compram. Mas não se desespere, é possível aprender.

O primeiro aspecto a se analisar é a hora certa de tentar vender. Saiba o momento certo de abordar o cliente e procure sintonizar sua comunicação e energia com a dele. Não seja inconveniente e jamais tente “empurrar” seus produtos quando o cliente não quer. Evite “empurrar” algo, tente convencê-lo de que o produto é bom e proponha usos práticos para ele.

Não tenha pressa para vender, esta é a regra básica. Quando você está com pressa e afoita, raramente mostrará as peças de roupas de forma a expor as reais qualidades, sem contar que a cliente se sentirá mal por estar ao seu lado, irritada e inquieta. Não faça isso!

6. Como fidelizar os clientes

Melhor do que conseguir novas clientes é fidelizar as que você já tem. Pense da seguinte forma: caso você consiga uma boa carteira de clientes, poderá comprar praticamente sob encomenda, tendo uma margem de lucro garantida. Também não precisará ficar se esforçando tanto para vender e passar uma boa imagem, já que as clientes já lhe conhecem e sabem que podem confiar em você.

Para fidelizar um cliente você precisa conseguir conquistar três fatores:

  • Confiança
  • Empatia
  • Credibilidade na qualidade do produto

Nos primeiros contatos com o cliente você precisa conquistar a empatia, ou seja, ele precisa se sentir a vontade com você. Você já deve ter vistos vendedores experientes compartilhando de momentos de “lazer” ao vender, como é o caso de tomar um café ou falar sobre um evento que passou na TV. Isso tudo tem como enfoque ganhar a empatia do cliente.

Quando você consegue empatia, a probabilidade de ganhar “sim” como resposta é maior.
A confiança ocorrerá quando ele tiver alguma situação que exija a colaboração de você, por exemplo, uma roupa com defeito que precisa ser trocada, a necessidade de novas peças para um evento específico e urgente, enfim, ele precisa sentir que você estará sempre lá quando ele precisar.

Por fim, temos a credibilidade na qualidade do produto. Em um primeiro momento é difícil conseguir convencer os clientes da qualidade, porém, com o passar do tempo e na medida que forem percebendo que os produtos raramente tem defeito, costuma-se conseguir a credibilidade.

Independentemente do tipo de negócio que você deseja montar, é muito importante fazer um planejamento. Contrate uma consultoria, estude em livros, cursos online, enfim, escolha a opção que mais lhe agrada, apenas não arrisque suas economias em um chute!

E agora que já sabe como se tornar uma revendedora de roupas, que tal ganhar dinheiro?
Referência - http://www.novonegocio.com.br/ideias-de-negocios/revendedora-de-roupas/

segunda-feira, 2 de março de 2015

Dicas para fazer o planejamento de vendas da sua loja


Antes de iniciar o planejamento para a execução das vendas, é importante chamar a atenção para a transformação que o papel do vendedor vem sofrendo nos últimos anos.


Vendedor x Consultor

Já passou o tempo da era da transação comercial, em que o que interessava era vender os produtos e serviços aos clientes, independentemente de sua necessidade. O resultado deste processo era somente um: o cliente ficava insatisfeito. Antigamente o vendedor não passava de um tirador de pedido, tendo que elaborar vantagens mirabolantes, utilizando os mais complexos e burlescos argumentos para convencer suas “vítimas” a adquirir seus produtos. Era um processo cansativo e desgastante para ambas as partes.

Hoje estamos na era do relacionamento, que tem como objetivo principal preservar o contato com o cliente. Os consumidores não suportam e não aceitam mais o vendedor pegajoso, falador e sem conteúdo, uma vez que o tempo e os recursos são escassos e o cliente só tem um objetivo: focar em seu próprio negócio.

Assim, o vendedor deixou de ser um mero tirador de pedidos e passou a ser um orientador, um solucionador de problemas, um consultor no sentido literal da palavra.

E como se tornar um bom consultor?

O bom consultor atualmente deve ter conhecimentos básicos em várias áreas como marketing, administração, tecnologia e até psicologia para poder entender e atender melhor seus clientes, correspondendo em todos os seus anseios.

O planejamento

Desta forma, qualquer iniciativa de vendas, para ser bem sucedida, começa por um bom planejamento. Mesmo possuindo qualidades essenciais para o perfil da profissão, o vendedor qualificado não pode mais contar com a sorte ou apenas se deixar levar pelas tendências do segmento.

O importante é saber analisar o mercado e avaliar se está investindo tempo e energia em algo realmente útil, que trará um resultado positivo para a sua loja.

5 dicas para conseguir o planejamento ideal

1 – Defina objetivos

Comece por determinar o que deseja alcançar. Onde quer chegar. Enfim, qual a meta? É impossível optar por uma tática, sem ter uma direção para seguir. Por exemplo, aumentar o número de novos clientes ou vender mais para os clientes atuais.

2 – Analise o que está sendo feito atualmente

Após definir o que deseja alcançar, é importante analisar se o que está sendo feito atualmente é eficiente e se os resultados obtidos são satisfatórios em termos de quantidade e qualidade da venda. Se a resposta for “não” ou “não o suficiente”, está na hora de mudar as táticas de vendas.

3 – Estude bem o mercado e a clientela

O vendedor deve conhecer bem o setor em que atua, suas nuances geográficas, suas tendências de mercado. Deve conhecer principalmente seus clientes, para que possa falar no tempo certo e a coisa certa, pois isso ajudará a enxergar os problemas e oferecer as soluções corretas.



4 – Coloque em prática

Ações táticas. Avalie quais atitudes serão tomadas, por qual motivo e o que é preciso fazer para atingir os objetivos propostos. Para aumentar o ticket médio, por exemplo, pode-se utilizar a estratégia de estimular o time de vendas com workshops e comissões diferenciadas.

5 – Estipule prazos


Faça cronogramas, com prazos para alcançar cada meta e os passos que deverão ser dados dentro do período estipulado. Controle bem de perto os prazos para que todos sejam cumpridos à risca.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Como implantar um programa de prevenção de perdas


Olá amigo lojista,
Esta é a última postagem sobre o tema de como evitar perdas no varejo. Nas postagens anteriores falamos sobre planejamento e funcionamento da loja. Agora vamos dar algumas dicas de como implantar um sistema de prevenção de perdas e resultados na sua loja. 

1.      Priorização do tema: O primeiro passo para criar uma cultura de prevenção e implantar um sistema eficaz para reduzir as perdas no varejo é tratar do tema como prioridade, como de fonte real de lucro para a empresa. O assunto deve ter espaço nas reuniões com a equipe da loja e ter a mesma importância de temas como aumento de vendas, redução da inadimplência ou de custos. A implantação de inventário encerra esta etapa inicial.

2.  Mapeamento de processo, identificação de riscos e pontos de controle: Após a implantação de inventários, realize o mapeamento dos processos mais críticos, identifique potenciais riscos e quais os melhores pontos de controle. Se necessário contrate um profissional especializado em prevenção de perdas para auxiliá-lo nessa etapa. A elaboração do mapa de riscos e a implantação dos controles finaliza a etapa.


3.      Estudo e implantação de dispositivos de prevenção de perdas: Com o mapa de riscos nas mãos, busque entre as empresas especializadas no segmento as principais alternativas de dispositivos para apoiar as ações de prevenção. Considere que para cada tipo de negócio, arquitetura de loja e orçamento, existe uma solução de segurança mais adequada. Nem sempre um investimento maior se traduz em redução proporcional de perdas.

4. Treinamento a equipe: A preparação, o treinamento e o comprometimento da equipe devem ocorrer desde o início do programa. Mas são necessários que todos sejam atualizados e orientados novamente, após a implantação dos equipamentos e rotinas de controle. Mesmo a mais sofisticada tecnologia de prevenção de perdas ficará vulnerável se a equipe da loja não estiver capacitada e motivada a utilizá-la corretamente. É fundamental estabelecer uma política de premiação pela redução das perdas ao invés de punição pela sua simples ocorrência, não eximindo cada um de suas responsabilidades.


5.      Definição de metas e campanha de incentivo: Após a sistematização dos inventários, implantação dos dispositivos de segurança, pontos de controle e treinamento da equipe, o passo seguinte é a implantação de metas e respectivo programa de incentivo, com premiações associadas à redução das perdas.



Principais tipos de perdas no varejo:

1.      Perdas comerciais: Ocorrem quando o produto não está disponível para venda (ruptura) e suas principais causas são: embalagens inadequadas, falha na reposição do produto na loja ou na entrega do fornecedor.
2.      Perdas administrativas: Ocorrem por falhas no gerenciamento da operação da loja e suas principais causas são: erro de precificação, erro de cadastro de produto, desperdícios gerais (águas, energia, telefone, manutenções por mau uso), deficiências na gestão de compras e estoques, dimensionamento incorreto dos recursos humanos para a operação da loja.
3.      Perdas de produtividade: Ocorrem quando há falta de padrões, controles e processos operacionais estabelecidos e disseminados: demora no atendimento, desperdício de tempo e recursos em tarefas redundantes, retrabalho.
4.      Perdas financeiras: Ocorrem principalmente devido a assaltos e furtos (internos e externos), deficiências nos meios de pagamento e oferta de crédito, inadimplência e fraudes (cartões e cheques).
5.      Perdas nas operações: Ocorrem durante a operação da loja e as principais causas são: armazenamento, exposição, ou movimentação inadequada de produtos, falhas no recebimento de mercadorias e falhas na operação do check-out.

Dicas para prevenção de perdas

·    Pergunte ao cliente se ele encontrou todos os produtos desejados. Esta informação deve ser sempre registrada e trabalhada. Por exemplo, se diversos clientes não encontraram um determinado produto que está disponível na loja, pode indicar que ele está mal exposto ou que sua reposição não está adequada. Por outro lado se muitos consumidores pedem um determinado produto ou marca que não faz parte do portfólio da loja, deve-se avaliar a sua introdução.
·   Faça inspeções periódicas observando principalmente: sacos rasgados ou furados com perda de conteúdo e contaminação; caixas empilhadas além do recomendado, que ficam amassadas e danificam o produto.; mercadorias no chão ou encostadas em paredes úmidas; produtos expostos ao sol, chuva, calor excessivo; mercadorias misturadas com outras incompatíveis.
·   No tocante às trocas, o ideal é que se façam acordos com os fornecedores, caso contrário, as mercadorias que estejam inviáveis de serem comercializadas, por estarem danificadas ou vencidas, resultarão em perdas para o lojista.
·       É vital ter um controle detalhada no recebimento de mercadorias, por meio de um sistema de conferência e registro das irregularidades constatadas.
·         Na movimentação dos estoques pela saída das mercadorias com data de validade, o critério deve ser: o primeiro que vence é o primeiro que sai.
·    O custo de manutenção dos estoques aumenta na proporção de sua dimensão. Isso quer dizer que quanto maior a quantidade de mercadoria estocada, maior será o espaço físico necessário para guardá-la, maior o número de funcionários necessários e maiores os gastos para controle. Sempre que possível, trabalhe com os estoques dos próprios fornecedores, e concentre no seu estoque apenas as mercadorias com maior saída.
·   O varejista precisa entender que todas as lojas sem exceção terão perdas. Elas podem não ser conhecidas, muitas vezes por deficiência na realização de inventários, mas certamente ocorrem e precisam ser administradas e reduzidas.

Espero que tenham gostado do conteúdo e aproveitem para implantar na sua loja. 
Acompanhe próximas notícias!
Abraços, 
Equipe Super M